Neste artigo, trazemos a você a transcrição completa de uma entrevista fascinante realizada pelo programa "Vida Inteligente", apresentado por Grego, com o ilustre convidado Jorge Antônio Oro.
O tema central da entrevista é "Maitreya", uma figura de grande importância espiritual, e a conversa abrange diversos tópicos profundos e enriquecedores.
Ao longo da entrevista, Jorge Antônio Oro explora o conceito de Avatara, esclarecendo que não se trata de um evento único, mas de diferentes manifestações divinas ao longo da história.
Ele menciona figuras históricas e religiosas, como Quetzacoatl, Manco Capac, Kunatom, Amenophis IV, Rama, Orfeu, Moisés e Odin, todas categorizadas como Avataras.
Jorge explica que há diferentes tipos de Avataras, incluindo o Avatara integral, o Avatara parcial e o Avatara momentâneo, cada um com distintos níveis de consciência e propósitos específicos.
A entrevista também aborda a antropomorfização da consciência divina, como ela se manifesta e age em determinados momentos e locais.
Jorge ressalta a importância de analisar o nível de consciência de cada Avatara para compreender a extensão do seu trabalho e impacto na humanidade.
Além disso, Jorge enfatiza a relevância dos ensinamentos do Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, e como esses ensinamentos contribuem para a compreensão dos temas discutidos na entrevista.
Convidamos você a mergulhar nesta intrigante conversa e a explorar as profundezas do conhecimento espiritual e histórico compartilhado por Jorge Antônio Oro.
Para uma experiência ainda mais rica, visite o canal "Vida Inteligente" no YouTube e assista ao vídeo original desta entrevista, além de conferir outros conteúdos inspiradores e educativos.
Para aqueles que preferem a leitura ao invés de assistir a vídeos, decidimos transcrever a entrevista completa entre Grego, apresentador do programa "Vida Inteligente", e Jorge Antônio Oro, sobre Maitreya.
A transcrição é uma excelente opção para quem deseja explorar os ensinamentos do Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, e compreender melhor os conceitos abordados na entrevista, de maneira conveniente e acessível.
Convidamos você a continuar a leitura e mergulhar nesta fascinante discussão. Boa leitura!
GREGO - Boa noite, Floripa! Boa noite, Brasil! Boa noite, mundo! Eu estou Eustáquio Patunas e esse é o programa “Vida Inteligente”.
Bem, o tema que se apresentou pra essa semana é um assunto que muita gente fala, eu tenho ouvido desde que eu entrei pro espiritualismo ou desde que me conheço como gente. O assunto é “MAYTREIA”. Todo mundo fala “MAYTREIA”. O quê que é MAYTREIA? O que significa MAYTREIA?
A maioria conhece, eu sempre vi e conhecia o nome, vamos dizer, quando eu via pelos livros da “Ponte pra Liberdade”, se falava em mestres ascencionados, e MAYTREIA, e nunca me chamou a atenção, digamos assim, porque era o AVATARA da nova era, diziam que era isso e aquilo, e antes de mais nada, eu vou te dar boa noite, né, pra não entrar...
E dez anos atrás, quase, quando você veio a este programa...
JORGE - Vinte e oito de setembro de dois mil e cinco.
GREGO - ...vinte e oito de setembro de dois mil e cinco, foi uma data significativa, né?
JORGE - Sim!
GREGO - Tá aí, até hoje, tá aí, é um dos vídeos mais acessados do “Vida Inteligente”, “Revelações sobre o passado e o futuro da humanidade”, e você veio aqui e coincidentemente, entre aspas, né?
JORGE - Causalidade!
GREGO - Causalidade, pra falar sobre o advento que naquela data tinha se dito, ou tinha se entendido, já falamos isso, mas dez anos depois nós vamos falar de novo.
As pessoas, muitas pessoas esperavam pra aquela data a manifestação física deste ser, chamado, cujo nome deram de MAYTRÉIA. Já, já, vamos dar continuidade. Boa noite, JORGE! Você tá bom, tá?
JORGE - Cem por cento!
GREGO - (risos) É mesmo?
JORGE - (risos) tô sempre bem!
GREGO - Gostou do assunto hoje, ou não?
JORGE - Sensacional! Antes de vir pra cá, eu geralmente tomo um banho, né? Mas daí, antes de vir pra cá, fora os banhos do dia, então, de manhã, de tarde, né? Aí, banho, perfume, roupa branca, vim paramentado pra falar porque é um assunto, assim...
GREGO - É mesmo?
JORGE - Sim! E o engraçado é que às vezes você não me fala o assunto, né? Eu venho aqui e você, na hora, você...
GREGO - É, tem que ser assim! Sempre foi espontâneo a coisa, aqui.
JORGE - Me empurra o assunto no olho e a gente vem, e fala, assim, mas daí, você falou, você mandou o Email e falou que íamos falar de MAYTREIA e eu estava ansioso, assim, primeira vez nesses dez anos. Nesses dez, nesses “trocentos anos” que eu converso com as pessoas, que eu estava ansioso pra falar e, aí, surgiu uma coisa também, que foi novidade, que é uma preocupação, assim, até onde falar.
Essa é que é a questão. Não é o vir falar, é até onde falar.
E por isso que eu falei agora pra você de início, assim, que, se chegar num ponto em que você faça uma pergunta que, daí, ela não puder ser respondida, daí, eu falo pra você...
GREGO - Claro! Como sempre!
JORGE - ...que isso, eu não vou comentar, assim...
GREGO - Transparência total!
JORGE - Eu tô comentando antes pra que não pareça deselegância, mas é que...
GREGO - Não!
JORGE - ...há várias camadas de conhecimento sobre esse assunto e que, daí, cada um no seu devido tempo, no seu devido lugar, sabe?
Mas o assunto em si, a gente até estava conversando aqui, porque antes, era um assunto, assim, restrito aos ambientes mais secretos e com informação desencontrada intencionalmente pra manter esse assunto de posse daqueles do entorno do evento.
E agora, dentro disso que eu tô falando, de alguns limites, a gente conversa isso na TV aberta, né?
Então, isso, do ponto de vista de momento evolucional, é um evento, né?
Lógico, ressalvada as limitações que eu tenho, que você tem, que nós somos discípulos, a gente fala aquilo que a gente acha que é, aquilo que a gente acha que entende, mas só o fato de vir conversar sobre esse assunto, então aí, eu agradeço a você por ter pensado nesse assunto porque é super...
GREGO - Bom, se ele se apresentou é porque ele queria ser falado, né?
JORGE - Sim! Sim! Aquilo que a gente já conversou outras vezes.
Pra que você consiga visualizar, tem o espectro, que é o ver, a coisa tem que estar suficientemente densa no abstrato, pra poder ser humanamente “inteligida” e traduzida, senão ela ainda continua como um mistério.
GREGO - Então, vamos começar quente, aqui, ou não?
JORGE - Sim! (risos)
GREGO - (risos)
JORGE - É assim, boa noite a todos. Espero que seja uma hora boa...
GREGO - Eu também acho.
JORGE - ...de vida, que vocês usem pra ver isso, agora ou depois, né?
E que a conversa responda às suas perguntas.
Mas o que eu espero, é que a gente consiga deixar mais dúvidas do que respostas, porque, daí, vocês indo atrás dessas dúvidas, a surpresa, eu garanto que ela é consideravelmente maior.
GREGO - Tá! Nós vamos ter oportunidade nessa uma hora, aqui, de tentar passar o que tiver que ser passado, né?
Com as suas restrições ou não, eu já vou começar com o seguinte então...
JORGE - A chamada?
GREGO - Não! Não é a chamada. Essa não foi a chamada.
JORGE - Eu só vi aquela chamada. É que daí, ali na chamada, você fala em três ou quatro nomes...
GREGO - Perfeitamente.
JORGE - ... daí, aquilo era bom se tivesse, pra você dar uma lida pra gente explicar o que...
GREGO - Então, Fernando, por favor, imprima. Dá pra imprimir a chamada que eu fiz aí, da mala direta, enquanto eu “toco” aqui? Assim, é bom programa ao vivo por isso mesmo.
A gente faz tudo. Então, olha só, hein?
“E MAYTREIA ainda não veio ao mundo dos homens porque os homens ainda não possuem olhos para vê-lo. Senão, já o teriam visto, de maneira que todos passam pela face da terra, porque há um mundo mais desprovido de recursos onde a evolução é mais recente ou mais nova. É a hierarquia menos experiente. Está em formação. Por isto que todos estes seres vêm à face da terra, justamente para isso. Vêm antes, maiavicamante ou encobertos, e depois vêm na realidade, de maneira que, quando a face da terra estiver limpa dos homens maus, então, virá MAYTREIA com a sua corte”.
Claro que esse texto aqui, ele tem muito mais... (risos) ...ele tem muito mais do que tá escrito aqui, né?
JORGE - Sim.
GREGO - Então...
JORGE - E qual é que é a autoria desses? Você tem aí?
GREGO - Olha, autoria, eu acho... eu acho não, tenho certeza absoluta, é Henrique José de Souza. Em cima do ensinamento dele...
JORGE - Ah! É em cima do...
GREGO - Em cima do ensinamento dele, porque...
JORGE - É porque a...
GREGO - Esse texto, essa parte aqui, tem mais, viu? Pode ficar tranquilo.
JORGE - Não, eu sei.
GREGO - Isso aí, foi dito, assim, na década, final da década de cinquenta, início da década de sessenta, isso aqui.
JORGE - Uhum!
GREGO - Então, são 50 anos já, né?
JORGE - É de discípulo porque a tônica da escrita não é de JHS.
GREGO - É claro! Mas é da forma como ele entendeu o recado pra poder transcrever...
JORGE - Quando a gente lê JHS, a própria pronúncia, ela sai de uma forma diferente, sabe?
GREGO - Então, alguém que transcreveu a fala dele, o ensinamento dele...
JORGE - Sim. Pode ser.
GREGO - Passou dentro do grau de entendimento...
JORGE - Sim, sim! Pode ser.
GREGO - Mas mostra aqui, é interessante. Então tá! Antes do JORGE dar sequência, obrigado Silvio.
JORGE - Depois disso, você lê, que eu não vou lembrar das duas coisas, tá?
GREGO - Então tá! A chamada que eu fiz na mala direta, o JORGE queria que lembrasse os nomes:
“No ciclo de Aquário que aos poucos desponta no horizonte do mundo, surge, como de outras vezes, o espírito da verdade, com a divina essência, portador de uma nova era para a humanidade. Seu nome, do qual se tem usado e abusado nos últimos tempos, obedece as tradições do oriente assim como obedece as do ocidente. O nome de MAYTREIA é, de todos, o mais conhecido, principalmente na Índia e em outros lugares da Ásia, e com efeito o Mitradeva das várias lendas Hindus, Akdorge das lendas Transmalaianas, e finalmente, o pouco conhecido de AKTALAYA. AKTALAYA quer dizer “O envolvido na alma do mundo”. Para definir o ciclo que se inicia, as tradições orientais lhe dão o nome de APAVANA DEVA, isto é, Avatara de Aquarius, Avatara aquático, por manifestar-se justamente no ciclo de Aquarius”.
Quer fazer algum comentário sobre essa mala direta? Esses nomes têm algum significado, alguma relevância?
JORGE - Ih! Tem tanta coisa que eu nem sei por onde começar!
GREGO - (risos) Então vamos lá! Joga pra cima e o assunto que cair...
JORGE - Então, é assim, quer ver? É, então, primeiro o quê que é o termo Avatara, que é um termo, assim, tão...
GREGO - Boa! Vamos esclarecer novamente.
JORGE - ...tão mercantilizado, né? Avatara é a manifestação da divindade. Isso é a tradução do que é o termo Avatara.
E em várias religiões, várias escolas filosóficas, assim, as mais aceitáveis até as mais doidivanas, cada uma, então, tem um ser que eles acham que é a volta daquele que deveria ter vindo.
GREGO - Sim.
JORGE - E pra cada um, daí, dá um nome e nas escolas, alguns dizem que ele próprio é o MAYTREIA ou que ele mesmo vai voltar como MAYTREIA.
Então, sempre tem uma confusão, né? Mas Avatara não é “um” evento. Então, é assim, não é que vem “um” Avatara, e a gente pode citar, por exemplo, Quetzacoatl.
O pessoal não liga a mínima; Avatara.
GREGO - Você tá falando de Avatara “AVATARA”, né? Porque a gente sabe que tem BODISATVA, tem...
JORGE - Não. AVATARA.
GREGO - Avatara, nós estamos falando! Ok!
JORGE - Tem BUDA, Bodisatva, Avatara...
GREGO - Então tá! Ok!
JORGE - Então, Quetzacoatl é um Avatara, Manco Capac é um Avatara. Kunatom, Amenophis IV, é um avatara. Rama é um Avatara. Orfeu; Avatara.
Moisés, pode ficar na categoria. Odin, pode ficar na categoria. Então, tem vários.
Só que é assim, não há um tipo único de Avatara. Há o Avatara integral, há o Avatara parcial e há o que chamam de Avatara momentâneo.
Então, quando essa consciência, ela se antropomorfiza, se manifesta, consciência divina, do todo, ela se antropomorfiza e vai agir em determinado ponto, então ali, pode se dizer que houve uma avatarização, né?
Então, pode ser uma momentânea ou uma temporária, uma esparsa e uma permanente.
Mesmo quando é uma manifestação avatárica permanente, ainda assim, a gente tem que ver o nível de consciência que aquele ser tem pra, daí, saber qual que é a extensão do trabalho dele.
Até isso tem que ser analisado, porque assim, você pega, tem AVATARA que tem setenta e cinco da consciência integral, tem Avatara que tem cinquenta por cento, tem Avatara que faz um trabalho, e aí, acaba o trabalho, segue a vida normalmente.
Então, não dá pra você pegar e generalizar, e dizer assim: “Não! Esse é um Avatara!
Esse... o Jesus é um Avatara!”, que não é, né? Então, você diz: “Não! Pode dizer isso”.
GREGO - Mas, é uma boa pergunta!
JORGE - Isso é a primeira coisa.
GREGO - Uma boa coisa pra gente fazer um intervalo. Você falou de um monte de Avataras.
JORGE - Sim.
GREGO - A pessoa mais conhecida da nossa civilização, vamos dizer aqui, é JOSHUA BEM PANDIRA, Jesus da igreja católica, tudo essa coisa, e tal, e ele, você já disse em programas anteriores, que ele era um BODISATVA.
JORGE - BODISATVA.
GREGO - Qual é... BODISATVA, dentro da escala hierárquica...
JORGE - Nós conversamos sobre isso um tempo…
GREGO - Nós já falamos sobre isso, mas como o assunto é hoje, só falamos de Avatara, falamos de um monte de nomes e não citamos o nome de Jesus, vamos dizer, aqui, ele estaria em classe inferior? Como é que é isso?
JORGE - Não, não! Não tem classe. É o trabalho que tem que ser feito, né?
Então, BODISATVA tem um trabalho muito específico, um BUDA tem um trabalho específico, um AVATARA tem um trabalho específico, um MANU tem um trabalho específico. O que muda...
GREGO - Isso não quer dizer que um seja mais que o outro?
JORGE - Não!
GREGO - Em absoluto?
JORGE - Não existe isso!
GREGO - Ok!
JORGE - E não existe, nem com relação como tá no texto, daí, do “...ser humano JIVA, é o menor, não sei o quê...”. Não é por ali.
É outra abordagem. A mesma coisa, assim, você tá numa nave, numa nave de remo, né?
E aí então, você tem o capitão, tem o que dá o compasso e você tem o remador. Qual é que é o mais importante?
GREGO - Todos. Tem isso, aí! Cada um com a sua função.
JORGE - Se algum não fizer a sua parte, a nave só vai pra um lugar, vai pra pedra. Na evolução é exatamente a mesma coisa.
O que acontece é que tem os mais antigos, que vêm tentar dar a tônica pros mais novos.
Isso é o que acontece no fenômeno da avatarização. Então, não dá pra generalizar.
Por exemplo, assim, na tradição dos PURÂNAS, tem várias tradições conforme você leu aqui na chamada, então, tem a tradição do Avatara MAYTREIA, o que chamam de AKDORGE, ou AKTALAYA, ou APAVANADEVA, pensando que são seres, ou, todos eles com o mesmo nome, mas não são.
Já vamos conversar. APAVANADEVA, AKTALAYA, tudo bem, AKDORGE é outra coisa, é outro ser com outra função, mas a gente já vai conversar.
Então, na tradição dos PURÂNAS tem os dez AVATARAS de VISHNU.
Então, dentre esses dez AVATARAS, o dez, que é chamado de KALKI AVATARA...
GREGO - KALKI AVATARA! Isso!
JORGE - ...ou, o AVATARA do cavalo branco, que é MAYTRÉIA, ele é esperado no final da SATYA YUGA, a idade negra, que é o que a gente tá vivendo agora.
Só que daí, antes, por exemplo, assim, teve BUDA, considerado um avatara, KRISHNA, considerado um avatara, então, eles contam dez AVATARAS.
Só que tem uma outra tradição da cultura Hindu que fala em vinte e dois AVATARAS.
Tem uma outra que fala em mais de vinte e dois.
Então, isso varia muito de acordo com a abordagem e dependendo, assim, se você está se referindo a um AVATARA que é integral, parcial ou momentâneo, esse tipo de coisa.
Quer ver como começou o negócio? Vamos fazer... vamos rebobinar um pouquinho, quer ver?
Então, teve lá, o afundamento da Atlântida - aqui é bom porque, tudo que é assunto que a gente começa a conversar a gente volta na Atlântida pra voltar um pouquinho atrás – então, assim, aí, afundou a Atlântida.
Então, quatro afundamentos durante mais ou menos um milhão de anos, pra afundar todos os pedaços.
O último pedaço afundou em nove mil, quinhentos e sessenta e quatro, antes de Cristo, que foi quando tem o relato do dilúvio, etc, e tal, e tal.
Quando em meados da quinta sub-raça atlante, a raça Semita, então, o MANU, ele retira uma parte dessa população já preparada especificamente pra isso, quer dizer assim, seria aquela parte da raça atlante que continha em si todo o resultado evolucional positivo da Atlântida e tira da Atlântida, retira da Atlântida e leva pra um lugar que a gente também já conversou, chamado meseta do Pamir.
Meseta do Pamir, geograficamente, ele fica ao norte do que hoje a gente conhece como, como é?
Que fica ali, ao norte do Afeganistão, Paquistão, e Índia, aquela região ali, num elevado.
Ali em cima é o que chama de meseta do Pamir, onde se originou o trigo.
O trigo se originou dali. O pessoal fala que trigo veio de Vênus, não sei o quê, né? Veio nada! Veio da meseta do Pamir.
Foi trazido pelo MANU. E ali então, começa o processo de preparação do que seria a quinta Raça, a Raça Ária, a quinta Raça Mãe, a raça branca.
Até então, até esse evento, até quando começou o trabalho na meseta do Pamir, e isso, assim, quando a gente fala em início da raça Ária, da raça Ária, raça branca, então, a gente coloca aí, pelo menos um milhão de anos.
Então, isso derruba qualquer abordagem do conhecimento acadêmico, do darwinismo, cem por cento.
GREGO - Cronos. Cronos.
JORGE - Tá! Não. Sim. Tá ali, na meseta do Pamir, a Raça Ária.
Aí então, começa a haver movimentos pra que isso se espalhe pelo mundo pra depois criar as sub-raças da Raça Ária.
Daí, uma das vertentes que está aqui na meseta do Pamir, ela sai, passa pela China e cada uma dessas vertentes vai gerar os povos que a gente conhece hoje, as sub-raças da Raça Ária.
Então, ela passa pela China e vai parar no Japão. Uma outra dessas vertentes vem e vai pra Índia, onde cria depois, a ARYAVARTA, o Império de RAM, que a gente já vai conversar.
Depois tem uma outra meseta... uma outra vertente, que ela vem e desce em direção aos córneos da África e se bifurca, uma, então, desce e funda, dá as bases o que seria a civilização egípcia atual, que você conhece.
Atual, tipo, de um milhão de anos atrás, né?
E a outra, essa continua descendo, pega essa região à direita da África, vai até embaixo, e a outra vertente, ela vem e se desloca, e começa a criar o que hoje se conceitua como Europa.
Começa com os druidas, com celtas, depois vem, passa por Grécia, Roma, já vou falar sobre o que acontece em Roma com relação aos Avataras, e ai, vem e desenvolve o que se chama de Europa, até depois, na Europa, vir pra península Ibérica e dar continuação ao movimento do itinerário de “IO” e fazer a transposição das mônadas pra América, aqui, central e do sul, e iniciar um novo impulso imigratório, civilizatório.
Esse é o movimento.
Até então, não tem Avatara porque o conceito de Avatara, pra colocar a coisa em ordem, ele só surge a partir da queda da Atlântida.
Até então não existia.
GREGO - Quem foi o primeiro?
JORGE - De avatara?
GREGO - É.
JORGE - Nesse caso, posso considerar como o VAISVAVATA como o primeiro. Primeiro MANU com função de AVATARA.
GREGO - Ok.
JORGE - Ele tinha a função de dar as vergontas do que seria a Raça Ária e também gerar os seres, em função manúsica, tanto é que o AVATARA MAYTRÉIA, ele é dito como BUDA síntese ou AVATARA síntese, porque ele vem no final de um ciclo inteiro. Então, o que a gente tá vivendo hoje, só existe fisicamente, hoje, já antropomorfizado, nascido, um ser chamado MAYTRÈIA - que na verdade não é um, mas a gente vai conversar - ...
GREGO - Já vai, isso!
JORGE - ... porque a gente tá em um final de ciclo e tem todo um processo ao longo desse um milhão de anos com vários seres acompanhando e fazendo o seu trabalho nas várias subraças, que aconteceram dentro da Raça Ária, a Ário-Hindu, a Ário-Semita, a Irânica, a dos Caldeus.
Depois a outra, a dos Teutônicos, que é a quinta, e depois viria a sexta e a sétima, a que caberia a América do Norte e depois o Brasil.
Nesse ir e vir, vários AVATARAS, vários seres trabalhando.
Você pega FOHI na China, Pitágoras, Platão, Orfeu, e assim, o Zoroastro, todos, na Pérsia, que dai, o que é hoje o Irã.
Esse movimento evolucional, ele vem vindo, e esses seres se manifestando pra tentar reestabelecer a lei, cada um no seu povo, dando diretivas, trazendo conhecimento, mas num passo regular, né?
Chega um ponto então, que se faz uma tentativa de tentar reestabelecer a Lei como um todo, fazer... bom, antes desse ponto que eu quero falar, se tentou reestabelecer a sinarquia na Índia, na ARYAVARTA, no início da raça Ària, no império de RAM, do cordeiro, que o símbolo é a suástica, que ao contrário dessa que se conhece, que é a sowástica, que gira em sentido anti-horário, essa gira em sentido horário.
Então, no império de RAM, que era um AVATARA, e depois, por exemplo assim, AMENOPHIS IV, TUTMES III...
GREGO - Da onde veio essa ideia da Sinarquia, já naquele tempo? Veio da onde?
JORGE - Da Atlântida.
GREGO - Da Atlântida?
JORGE - Sim, porque a Atlântida, ela era um sistema estável de convivência entre o humano e o divino. Quando a Atlântida tem um problema, então dai, o resultado da Atlântida, ele é preservado criando o que hoje se conceitua como AGARTHA em todas as tradições. A AGARTHA é um espelho do que existia na Atlântida só que na AGARTHA, só tem hoje, o resultado.
E uma coisa muito interessante que, DUAT, ele segue alguma disposição do itinerário de “IO” e na AGARTHA, as cidades são dispostas num sentido como se fosse um “zig zag”. Você pega o globo, pega a terra, norte e sul, e ela tá disposta nessa posição, aqui assim. As “sete cidades”, começou no polo norte até o polo sul, a gente tá aqui na quinta cidade, tá mais ou menos aqui, a sexta aqui, que vai pegar o pacifico, sétima no polo sul, acabou a evolução, a coisa segue.
Bom, aí, na Índia, na ARYAVARTA, então, um sistema equilibrado como a Sinarquia em andamento, um AVATARA integral em andamento. Aí, acontece um problema, e a gente falou aqui com relação ao culto solar, que dai, os JUNÌDIOS subvertem o culto solar, há confusão lá, acontece um processo de queda e esse processo de queda de conhecimento, ele se espalha.
Então assim, todos os locais onde já tivesse havido um influxo oriundo da meseta do Pamir começa a ter uma queda em repercussão, por conta da Índia e a coisa começa a se degradar. Então, se esquece aquilo e ai, esse movimento, ele continua, passa pela Grécia, e na Grécia a gente tem vários, que é aquela chamada, “chuva de estrelas”, vários AVATARAS, né? E todos preparando o movimento que viria a seguir.
Dai, esse movimento que vinha a seguir é na Ítália, Roma, e Roma foi construída em cima de uma cidade Atlante, então, a Roma que tem hoje, ela foi construída sobre uma das cidades da Atlântida que não afundaram, que chama ROMAN KAPURA, e por conta disso, ela tem o de bom e o de ruim ainda...
GREGO - Como é que é? Então, Roma está em cima de uma parte da Atlântida que não afundou?
JORGE - De uma cidade atlante chamada ROMAN KAPURA.
GREGO - Que não afundou?
JORGE - Sim.
GREGO - Mas como, se POSEIDÔNIS foi a última parte da Atlântida que afundou?
JORGE - Não!
GREGO - O quê que sobrou?
JORGE - É a última que narra Platão.
GREGO - Sim.
JORGE - Mas Roma, ela é ROMAN KAPURA, tem a haver com a Atlântida. Você pega os Açores, os Açores são parte da Atlântida que não afundou, você pega a Espanha, Espanha é parte da Atlântida que não afundou, você pega o Brasil, o Brasil inteiro é parte da Atlântida que não afundou.
GREGO - Sim, porque era praticamente um continente só, né?
JORGE - Sim. E, por exemplo, assim, você pega a quarta cidade atlante, então, vai pegar do Mato Grosso até no final do Amazonas. Por quê que a gente não vê? Escava um pouco que a gente vai ver. Então, o que tem de pirâmide ali, muitas dessas pirâmides, o governo já conhece, os governos já conhecem porque são visíveis via satélite, só que não tem interesse em divulgar ainda porque você coloca por terra toda a teoria evolucional...
GREGO - Sim.
JORGE - ...e você dá uma antiguidade pra população, o que torna difícil, dai, de controlar uma população que sabe que ela é antiga e tem tradição, tem nome, tem berço, tem sangue, né, que é a população brasileira. Bom, ai, tudo bem? Estamos indo certo?
GREGO - Ô! Vamos lá!
JORGE - Então tá! Ai, chegou na época de Roma. Na época de Roma, ai então, se prepara um grande evento. Se prepara um grande evento pra tentar reestabelecer de novo a Sinarquia pra humanidade. A sinarquia é o equilíbrio entre o humano e o divino - dentro das sete tônicas evolucionais do PRAMÂNTHA, que é um período evolucional - que existia no início da Raça Ária, na ARYAVARTA. Ai então, pra se fazer isso, e ai vem a primeira coisa que a gente vai conversar pra desmontar a ideia do que seja um AVATARA e mostrar que, como tudo é mais do que se pensa, né? E o que é sensacional é o seguinte, então hoje, decorridos dois mil anos do nascimento de...
GREGO - E também não é o que se pensa. (risos) É isso que é a...
JORGE - Não passa nem perto! É, então, por exemplo assim, você pega AMENOPHIS IV, KUNATON, decorrido esse tempo inteiro da existência dele, não se sabe nada a respeito. Externamente, né? É tudo ocultamente, se sabe a respeito. Você pega todos os que conduziram os povos, não se sabe nada. Mas então, vamos pegar a tradição ocidental, como você falou que ela é estruturada em cima do conhecimento deixado por JEOSHUA BEM PANDIRA, e que originou as religiões, essa coisa toda, né?
Quando se inicia esse movimento, esse: “Pô! Vamos fazer com que a Sinarquia se reestabeleça” - falar sobre esse negócio é uma coisa emocionante, né? O negócio é muito... eu gosto muito - então, vamos reestabelecer a Sinarquia pra humanidade, vamos botar em ordem a humanidade, né? Ai então, começa a se 9952 preparar tudo o que foi feito na Grécia, todas as... a questão da filosofia, os filósofos que dai se instruíram em KALIB na Líbia, sabe? No Egito, na Índia, no Tibet, aquele negócio todo, assim, então o pessoal vinha, e dai criou o que seria a base da civilização ocidental. Todos eles tinham conhecimento, na verdade era um conhecimento oriental, e aquilo foi pra criar uma massa crítica pra, dai, permitir que em Roma, o poder espiritual ficasse par-e-passo com o poder temporal, né? Como não aconteceu, é como acontece hoje em dia, onde você não tem o direito espiritual de exercer influência, ai, você vai e exerce a beligerância pra exercer influência através do ódio. É o que a gente vê hoje, né? A gente já vai chegar ai hoje. Então, nessa época deveria haver o equilíbrio entre o temporal e o espiritual e muitas das figuras que a gente vê na narrativa de JEOSHUA BEN PANDIRA, eram adeptos, iniciados, cada um com a sua função, dentro do seu limite de exercício, de atividade, e fizeram o que foi possível. Só que, assim, por quê que não funcionou? Então, a gente pensa que, dai, o BODISATVA, o JEOSHUA BEN PANDIRA, ele veio sozinho, né? Mas nunca um BODISATVA vem sozinho. Nunca um AVATARA vem sozinho. Eles são gêmeos, sempre. BUDA, BUDA-BUDAI. KRISHNA, KRISHNAYA. Os outros, não vou falar, mas cada um deles tem a contraparte, obrigatoriamente, porque quem dá a hierarquia é a mulher. Quem dá a hierarquia é o aspecto feminino. Obrigatoriamente tem que estar envolvido. Mesmo quando tem aparentemente dois corpos externos, um é sol, um é lua.
Você será redirecionado para nosso grupo do Telegram onde poderá acessar nossos relatórios. Também estará cadastrado para receber nossos informativos semanais
Eleve seu nível nas finanças
Chegamos com uma abordagem mais provocadora e reflexiva, focando em temas quentes do mercado financeiro, com textos mais longos e analíticos
O que você encontrará
Convido o leitor a repensar os acontecimentos, suas implicações e a captar oportunidades no mercado de ações brasileiro
GREGO - Você falou em certa ocasião que homem e mulher são hierarquias diferentes.
JORGE - Sim! BARISHADIS e AGNISVATAS.
GREGO - Como é que fica isso aí, essa questão? É interessante isso. Porque duas hierarquias, vamos dizer? Tá certo de você vir em dois, como você disse, mas por que duas hierarquias diferentes?
JORGE - Mas é que são dois momentos evolucionais diferentes, então, os BARISHADIS, eles têm uma idade evolucional menor do que o AGNISVATA...
GREGO - Hm! Tá!
JORGE - É só isso. É só um é mais antigo, um é mais novo. Mais nada. É como tudo no universo. A diferença entre o ponto “A” do universo e o ponto “B”, é só o que é mais antigo ou é mais novo, ou mais quente, ou mais frio, em relação ao sol. Ai, essa coisa é uma coisa bem simples de se compreender. Bom, aí no caso do JEOSHUA BEN PANDIRA, então, ele tinha um irmão gêmeo. Não era “um”. A gente conversou sobre isso, né? De novo, o que a gente vai conversar aqui, agora, de novidade, é que, dai, não eram dois, eram três.
GREGO - O sexo do gêmeo não importa nisso? Teve AVATARAS com...
JORGE - Não! Mas veja como é muito interessante, porque é o seguinte, e aí, vou tentar explicar pra ver o como...
GREGO - É! Dai que eu perguntei, hierarquias diferentes, porque hierarquia é mulher, né?
JORGE - Sim, mas então, pra ver como a gente chega hoje na questão de MAYTRÉIA que, dai, isso que é o interessante, que a gente vive hoje no momento em que MAYTRÉIA, fisicamente ele está existindo e é isso que nos permite conversar sobre isso hoje.
GREGO - Só que não é dois, são três. É aí que...
JORGE - Mas aí que eu vou chegar e explicar...
GREGO - Eu sei, mas é...
JORGE - Não! Eu vou começar a explicar o três. já logo na época do JEOSHUA BEN PANDIRA...
GREGO - Exatamente! Tá.
JORGE - Então ai, a gente pensa assim, se fala que era Jesus, ai a gente vem e fala assim: “Não! O nome dele não é Jesus. É JEOSHUA BEN PANDIRA”. Ai, fala: “Pô! Que legal! Ele tem um nome oculto dele!”. Mas isso não é importante, porque qualquer adepto tem três nomes, que é o nome externo, o nome do meio e o nome... são três círculos, tudo tem três círculos, né? Então, JEOSHUA BEN PANDIRA, então, tinha ele - e veja que o que eu tô falando é o que pode ser falado, né? Então, assim, o limite do que a gente vai conversar aqui hoje é o meu voto de silêncio, o que eu prometi em determinado momento da minha vida como qualquer um que passou por onde eu passei, onde estou, e, ai, você fala “você não vai revelar o que, aquilo que for ensinado, porque é porta aberta, vai quem quiser”. Bom, então, tinha o JEOSHUA BEN PANDIRA, só que dai, ele tinha um irmão. Um de nascimento AGARTINO, um de nascimento de superfície, filho de sacerdote e de sacerdotisa, lá do, daquele pessoal ali de KUNAHNNN ali... do... aquele pessoal ali, já lembro o nome deles, e aí, tinha o terceiro, né? Então, era uma manifestação trina e não dupla, dos... como é que é? Aquele pessoal que fica mais aqui, assim, dos Essênios, mais aqui perto, onde é que tem... é... então, sacerdote e sacerdotisa essênios geraram um dos... era o que estava... era o irmão de JEOSHUA BEN PANDIRA. E havia o terceiro, e ai, que vem uma coisa muito interessante...
GREGO - Pais diferentes?
JORGE - Eram... sempre... e outra coisa interessante... são gêmeos de pais diferentes. E que é uma coisa que, esotericamente, é completamente possível, que a mesma essência em corpo diferente mas é a essência duplicada. Então, na verdade eram três e o terceiro era o João Batista. E veja que interessante, que João Batista disse assim: “Eu não sou digno de beijar as sandálias daquele que eu vou anunciar”, mas ao mesmo tempo, quando dai, vai lá no rio, e aquilo aconteceu de verdade, dai, ele vai batizar o JEOSHUA. Só que você só pode batizar alguém caso você tenha uma hierarquia superior à. E por que ele tinha hierarquia superior à? Porque dos três, ele era o irmão mais velho. Então, ele é o mais velho, o filho da terra o do meio, e o filho da AGARTHA o mais novo e os três com função. E do filho da AGARTHA, a contra parte feminina era a mãe, que não era a mãe de verdade, que seria Maria. Então, acontece assim, um por cento dessa história, pra mostrar que mesmo num evento localizado e que não é um evento de final de ciclo, você já tem quatro seres envolvidos. Depois você tem, assim, aos discípulos preferidos dele. Não eram dentro dos doze. Era um conjunto de seres que vinham, e vem agindo desde a Atlântida, sempre dando suporte. E a ordem a qual ele pertencia não é porque ele era de Nazaré, é porque pertencia à ordem dos Nazar, túnica branca, faixa branca, cabelo comprido. E o que é Ordem dos Nazar? É um nome que é dado a uma ordem que periodicamente, ela se exterioriza pra dar suporte a quem? A um ser que vai tentar colocar o mundo em ordem. E essa Ordem dos Nazar, essa ordem que vem, ela sempre cuida do que chama do “sangue do AVATARA”, que é a tradição do Graal. O Graal, o santo cálice, em nada tem a haver com a igreja católica. Nada. A igreja católica, ela não existia assim, mas nem assim, na pior das expectativas, não existia um negócio desse e já tinha a tradição do Graal. Então, a tradição do Graal, ela remonta à queda atlante. Então, no mínimo, um milhão de anos, né? E o Graal de cima, do meio e de baixo. E sempre há uma ordem pra suporte, e essa ordem só se manifesta, ela só vem à tona, ela só, assim, ela só adquire identidade histórica quando então, o AVATARA tá manifesto. Já vou chegar dai na ordem, agora, e vou falar. Ah, nós tempos tempo! Vinte e cinco minutos...
GREGO - Dá tempo de falar!
JORGE - Vinte e cinco minutos, dá tempo. Então, a gente tá vindo, dai, não deu certo. E por quê que não deu certo? Porque o João Batista, que era um terço do processo, quando acontece, ele passa pela morte dos YOCANANS, que é perder a cabeça...
GREGO - É! Por que, hein? Qual é esse... eu já te perguntei, acho, mas vamos abordar de novo. Por que perder a cabeça? Aquele negócio...
JORGE - É porque separa o humano do divino.
GREGO - É esse é o simbolismo da “coisa”?
JORGE - Sim, porque você tem três, e você tem quatro. Então, é o triângulo e o quaternário. Separou? Separou o humano do divino. É o que seria a “morte definitiva”, né? É a morte do YOCANAN. É por isso que tem muitas ordens que usam isso como um símbolo. Dizem, né?
GREGO - (risos)
JORGE - Vamos em frente. Então, ai, quando acontece isso com o João Batista, então, já começa a ficar complexo porque aquela tríade que deveria dar suporte a um evento já não tem mais três, tem dois, né? E a gente sabe dos três envolvidos. Só que cada um, referencial, obrigatoriamente ele tem colunas. Coluna “J” e “B”, então, coluna “sol”, coluna “lua”, obrigatoriamente. Então, sempre um ser, ele vai ter dois que vão dar suporte, um sol e um lua, e esses dois suportes, um sol e um lua, dependendo do trabalho, cada um deles também tem mais dois. Então, você tem um que você conhece, vamos supor assim, o GREGO; vai fazer um trabalho. A tua encarnação anterior foi como o que mediu as pirâmides lá, como é que é? O Tales de Mileto, tá?
GREGO - Bom... (risos)
JORGE - Tá bom, né?
GREGO - Tá bom.
JORGE - Então, você é o Tales de Mileto. Então, você, historicamente a gente conhece só que o Tales tem dois discípulos que podem estar na história ou não, que são as colunas. Dependendo do trabalho que o Tales de Mileto tinha que fazer, e ele fez um grande trabalho de iniciar o que seria a filosofia, trazer o conhecimento do Egito pra Grécia, começar aquele movimento da “chuva de estrelas” pra, dai, possibilitar aquela massa crítica evolucional pra chegar em Roma e fazer a Sinarquia, mesmo as colunas de Tales de Mileto podiam ser, ao invés de um, dois. Então, você, na verdade, às vezes, você tem uma pirâmide inteira de seres de alta estirpe trabalhando e só aparece um nome na história, e esse nome, então, pode ser o nome do AVATARA, entende? Bom, vamos em frente, não deu certo lá, não deu certo em Roma. Não deu certo em Roma. Poder temporal foi colocado de lado, o que deveria - o poder espiritual foi colocado de lado - o que deveria ser o poder espiritual se tornou uma religião, a religião virou estado, o estado virou religião, e Roma se perpetuou até hoje através de uma religião que a gente conhece, mas isso é problema de quem segue. E incorreu em - mas são coisas assim, que não interessa - ai, se recolhe essa tentativa e vão avaliar, o quê que vai ser feito. Passa mais um período e é feito uma nova tentativa na mesma escala, de fazer, criar ambiência própria pra que o AVATARA se manifeste. Isso que tá dito ali, tá correto. Pra que o AVATARA se manifeste tem que haver a ambiência pra que, então, ele possa ser visto pela humanidade como um todo. Dai, o que acontece? É feito uma iniciativa no Tibet. E aí, veja quanto tempo passou. Isso foi no ano zero, ou menos sete, se quiserem, e ai, a outra tentativa foi em oitocentos e noventa e cinco e antes disso, tinha sido feito uma tentativa de criar uma ambiência, dai, já no Brasil, com a vinda de Badezir. Mas vamos deixar de lado, vamos vir mais um pouco pra frente na historia. Dai, em oitocentos e noventa e cinco, no Tibet é tentado um - e isso do Tibet, eu vou falar brevemente porque é bom a gente não falar muito – então, é tentado a mesma coisa. Então, há um sistema lá, de iniciação, de sete mosteiros e tem um oitavo onde há a presença já do próprio Buda em potencial, do Buda Mercúrio, do próprio MAYTRÉIA, né? E ai, também acontece...
GREGO - Atualmente tão destruindo tudo pro lado de lá. Você tá sabendo, né?
JORGE - Óbvio que sim.
GREGO - Desaparecendo com qualquer resquício...
JORGE - E isso é uma coisa muito importante, que a gente entenda...
GREGO - Infelizmente!
JORGE - ...a gente tá em dois mil e...
GREGO - Dois mil e quinze.
JORGE - Estamos em dois mil e quinze. Então, é muito importante, quem for ver essa gravação um dia, mais tarde, que o que tem acontecido, em minha opinião, minha, JORGE Antonio Ôro, é que há um movimento sistemático pra se apagar registros históricos.
GREGO - Lamentavelmente!
JORGE - Sabe? Então, por trás do que a gente considera como guerra, então, você vai e acaba com a Babilônia, sabe? Você acaba com, onde o pessoal que veio pro brasil, os fenícios, com a Fenícia, sabe?
GREGO - A Pérsia, o Irã hoje...
JORGE - Não! E o Líbano, a Fenícia é o Líbano
GREGO - Exatamente! Síria, toda aquela região ali...
JORGE - Síria! Aquela região de Ballbek, Afeganistão. O Afeganistão é onde floresceu, assim, foi a própria raiz do esquema sinárquico. Paquistão, essa... assim, que o pessoal pensa que hoje, lá não tem nada, só tem... isso ai foi uma das épocas mais áureas da humanidade, quando a Babilônia, Egito, veja o Egito, o que acontece!
GREGO - Dizem, né, que ele teria saído pelo deserto da Líbia, né? (risos)... então...
JORGE - Ah! Deserto da Líbia... não, tem vários locais no mundo que é um entra e sai, tem que distribuir senha porque é complexo, e é gente que vem pra trabalhar e volta e... mas o mundo inteiro é assim. O mundo é um queijo suíço, né? A terra. Mas tudo bem. Então, em minha opinião, o que tem acontecido é, sistematicamente se destruir a história pra referendar aquela crença que a religião, o mundo começou quando Deus criou, a dois mil anos atrás, a cinco mil anos atrás, essas coisas assim. Só que é o seguinte, essas pessoas que fazem isso hoje, que em minha opinião é o que a gente pode chamar de AMANASAS, que é os “sem mente”, chegaram atrasados. Chegaram atrasados porque, assim, a coisa em si, do ponto de vista de bem, bom e belo, ela já é irreversível. O AVATARA já tá nascido. O que poderia ter sido feito pra prejudicar era antes dos eventos que aconteceram de mil e oitocentos pra cá. De lá pra frente, já estão correndo atrás do prejuízo e já não tem mais como recuperar o prejuízo deles. Mas eles mesmos vão descobrir isso, logo. E essa é que é a coisa boa, é logo, entende? Logo, o pessoal vai... bom, então ai, chegando no Tibet, e há então o sistema de Buda presente e sete sistemas de mosteiro, e tal, dai, o negócio dá errado, dá uma debandada generalizada e, aí, também, se dá um tempo, e o “dá um tempo” é assim, eventos pontuais, porque os AVATARAS, ao longo desse um milhão de anos, se contam às centenas, sabe? Não é um. Se contam às centenas. Dai, essa questão do integral, parcial ou momentâneo, e os adeptos, e os BODISATVAS, e os BUDAS, então, são vários pra tentar colocar a humanidade de volta nos eixos, que é fazer humanidade e divindade viverem em Sinarquia, em equilibro, em paz, né? Ai então, com o passar desses anos todos, e sempre houve aquela, as lendas, dai, volta à chamada que você fez, assim, da vinda daquele que representaria, assim, sabe? A “fina flor”, chamado de BUDA Síntese, ou o AVATARA sínteses, que é o KALKI AVATARA, que é o MAYTRÉIA, e ele só se manifestaria no final do ciclo e todas as tradições, todas as teogonias, todas as religiões, assim, você pega até mil novecentos e vinte e um, então, você tinha, na Mongólia, você tinha o trigésimo primeiro buda vivo da Mongólia, ????????????????? que dai, tinha duas colunas, o Dalai e o Trachi-Lama e ai, havia a lenda do trigésimo segundo BUDA que seria o BUDA humano, seria ocidental. E veja que coisa interessante, chega um ponto que dai, o BUDA humano - e não é MAYTRÉIA! E não é dos dois! Esse é o terceiro, aquele que seria o terceiro desconhecido - ele nasce, e ai, ele se desloca pra essa região na índia, e ai, o molde da face do trigésimo segundo BUDA que tá naquela galeria dos trinta e dois BUDAS do ciclo, o molde da face do trinta e dois foi tirado do próprio rosto, do próprio...
GREGO - Sim.
JORGE - ...né? Então, ele vai, e é feito o molde, e ai, o molde dele é que compõe a trigésima segunda estátua. Então, são os trinta e dois BUDAS que encerram o ciclo, né? E ai, vem a tradição do Tibet, Mongólia, no oriente inteiro, que faz parte do dia a dia, e que lá pra eles a compreensão dos mundos internos, AGARTHA, SHAMBALAH, essas coisas assim, é corriqueiro como pra nós é o ver novela, pra quem vé, né? Então, ainda havia a questão de MAYTRÉIA. Com o nascimento do BUDA humano em mil, oitocentos e oitenta e três, né, ai então, se dispara um processo pra permitir a vinda do que seria o MAYTRÉIA BUDA, como encerrador, assim, você colocar em ordem que, ele não é só mais um AVATARA, isso que é muito importante, a gente já vai falar em detalhes, ele não é só... e hoje a gente vai falar, “hoje”, depois a gente não vai mais abordar. Mas dá tempo, quinze minutos; então, assim, ele não é mais um AVATARA, ele não é mais um BUDA. Não! É aquele que vem pegar o resultado do fim do ciclo e estabelecer a PAX PERENE, dali pra frente. Então, o que acontece...
GREGO - Acho que cabe aqui, pra concluir esse trechinho que eu tirei aqui, cabe exatamente nessa preparação do que seria MAYTRÉIA. Olha...
JORGE - Daqui a pouquinho eu queria mostrar uma imagem.
GREGO - É, você vai... nós vamos mostrar, tá! “A veste física emocional, é burilada na face da terra”. A veste física, o emocional, burilado na face da terra. “A veste mental inteligente é burilada no mundo de DUAT, e a veste espiritual...” (risos)
JORGE - É, porque são três BUDAS.
GREGO - “...é burilada na Agartha”
JORGE - São três. MAYTRÉIA, são três.
GREGO - Exato! “Por isso que os orientais dizem que o Cristo e BUDA possuíam três vestes...”.
JORGE - Na verdade, veja como é que é, isso chama MAYA. Não é que ele possuía três vestes. É que eram três pessoas...
GREGO - Sim! “Estas três vestes vão funcionar num conjunto...”. Olha que interessante, “...e esse conjunto é o que se dá o nome de MAYTRÉIA”.
JORGE - Ah! Tá bem dito!
GREGO - “MAYTRÉIA é a expressão ou a função das três energias num único corpo, num composto, isto é, que forma MAYTRÉIA”.
JORGE - Mas dai, não é num único corpo. É que é o seguinte, sabe assim? Ó, GREGO, é você, outro dia a gente falou assim, você sabe que atrás do sol que a gente tem, tem um outro sol, e esse que a gente vê é um reflexo, assim como atrás da lua que a gente vê tem um sol negro que é um reflexo, né? E se não tivesse o sol que a gente vê no céu, que é esse buraco eletromagnético, a luz que por ali entra ela incineraria todo o sistema, constelações. Ia tudo pro pau!
GREGO - Você disse isso, certa ocasião.
JORGE - É, ahãn! “Tudo pro pau” é feio falar, né? Mas assim, ia ser tudo destruído, né? E assim, quando você olha pra uma luz qualquer, ai, a tua retina contrai pra só entrar a luz que você consiga ver sem que te queime o olho. A existência de três camadas de seres, pra no caso de MAYTRÉIA, é exatamente isso! É que um só não suportaria a consciência, nenhum corpo físico suportaria porque você tem, assim, você tem SATWA, RAJAS e TAMAS, que é o amarelo, azul e o vermelho, e tem os AVATARAS de VISHNU, né? BRAHMA, VISHNU e SHIVA. BRAHMA, SHIVA e VISHNU. Então, o que acontece, é assim, é que essa potência, esse evento, ele se divide em três seres, mas cada um ser existe fisicamente em separado. Então, assim, especificamente com relação a MAYTRÉIA né, já volto na questão do nascimento do BUDA humano, especificamente com relação a MAYTRÉIA, são dois seres...
GREGO - Por que não três?
JORGE - Não, o terceiro é o BUDA humano, donde se deriva, né?
GREGO - Ok! Ok!
JORGE - Sempre é uma parelha, né?
GREGO - Mesmo ele não estando aqui?
JORGE - Ele está! Aí é que tá! Porque depois, quando ele cumpre a função, ele e a parte dele que também é feminina, assim como tinha BUDA, BUDA-BUDAI, AKBEL e ALAMIRAH, essas coisas assim, então, ele vai e se funde no próprio MAYTRÉIA. Ai é que tá...
GREGO - Entendi. Tá ok! Um único corpo no composto, como tá dizendo aqui.
JORGE - Sim, sim, perfeitamente! Então, hoje, fisicamente, aí vem a pergunta: “Tá! Mas tá falando que MAYTRÉIA então, nasceu, né?”. Nasceu. “Em que data que nasceu MAYTRÉIA?”. Aí, você sabe.
GREGO - Vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, que vocês acabaram de... fazer...
JORGE - Perfeitamente! Vinte e quatro de fevereiro de mil, novecentos e quarenta e nove, exatamente, é a data do nascimento...
GREGO - Ai, todo mundo vai perguntar: “E aí? Já se passaram sessenta e cinco anos!”.
JORGE - Eu vou falar até onde for possível. Então, nasceu em vinte e quatro de fevereiro de mil, novecentos e quarenta e nove, só que pra que chegasse, dai, o nascimento dele e dos gêmeos, e ai, nasceram dois porque o BUDA humano nasceu antes, então, aí vem a questão do APAVANADEVA. Então, APAVANADEVA é MAYTRÉIA e o irmão dele é MITRADEVA. Então, quando se fala assim, “Ah! MAYTRÉIA” ou APAVANADEVA, ou MITRADEVA, ou AKDORGE, ou AKGORGE, ou... não! Você está falando de pessoas fisicamente diferentes, com uma única função, com uma única consciência.
GREGO - Então, é só MAYTRÉIA e MITRADEVA?
JORGE - E o BUDA humano. Os três.
GREGO - Tá!
JORGE - Só que é o seguinte, cada um deles tem colunas, obrigatoriamente, né? Cada um deles tem uma coluna que vai...
GREGO - Tá! Se eu morro, se eu sou um BUDA, morri, as minhas colunas continuam?
JORGE - Perfeitamente!
GREGO - Ok!
JORGE - Perfeitamente! E quando você é um BUDA, e você, daí, deixa a face da terra, BUDA não morre, né? Esse pessoal, assim...
GREGO - Sim!
JORGE - ...o corpo físico é preservado, às vezes assim, dez mil anos e ainda tá sendo usado né? É que tem coisas que a gente não consegue falar mas são coisas bem interessantes. Ai, a tua essência, “VOCÊ”, você vai fazer parte daquele, às vezes do próprio que você gerou, pra que dai, ele seja ele, o pai e a mãe e ele continua sendo um, e o componente dele que, dai, seria no caso MITRADEVA, ele em si também representa três, né? E ainda às vezes, cada um desses que estão ligados a ele, de coluna, tão ligado a três. Então, a gente tá falando, assim, quando a gente fala... isso que é importante, a gente deixar bem claro...
GREGO - Ai, eu tenho que te perguntar. MITRADEVA também está no Brasil?
JORGE - Os dois nasceram na mesma época, e o que eu posso dizer é assim, eles nasceram em mil novecentos e quarenta e nove, eles permaneceram por sete anos aqui e ai, depois de sete anos, eles foram retirados e preservados durante determinado tempo pra voltar, e isso também é licito falar, pra voltar com aquilo que se fala de “com aparência de KUMARA”, uma aparência, assim, de um adolescente de dezesseis primaveras em determinada época. Por isso que fala novecentos e dezesseis primaveras, é porque o que se atribui de idade a um KUMARA, mesmo o KUMARA tendo mais de alguns milhões de anos. Quando o negócio for... eu vou diminuindo a voz, e mudei de assunto.
GREGO - Diminui. Isso ai!
JORGE - Tá! Dai então, eles dois nasceram em vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, ficaram sete anos em reserva e nesse processo todo, e antes deles, dai já, assim, em mil e nove... por exemplo, assim, é que as pessoas não se dão conta. É que a humanidade, ela vinha num passo assim, ó! Quando chega de mil, oitocentos e oitenta e três pra frente, na verdade de mil, oitocentos e noventa e nove, dá pra se dizer, ai, quando começam os acontecimentos que mudam a história do próprio universo como um todo, ai então, a humanidade, ela começa a fazer assim, ó! Em todas as áreas, sabe? Tecnologia, comportamento, abertura, assim, a gente vive outra humanidade. Só que os “arautos do caos” né, por exemplo assim, quem é bom, fica quieto, quem é mal grita, e ai então, lógico que a pequena parcela que é do mal, do mal com “U”, mal com “L”, do feio, pessoal do resto do ciclo que já terminou, como eles detêm os controles e eles gritam, então, faz parecer que a gente tá vivendo ainda uma tempestade mas não estamos. Então, mas o que acontece é que de mil e novecentos pra frente, então, a humanidade, ela iniciou um salto e iniciaram uma série de acontecimentos que propiciaram que em mil, novecentos e quarenta e nove, os BUDAS, o MAYTRÉIA BUDA, ele fosse gerado e viesse pra face da terra pra fazer o que tem que fazer, e junto com isso, pra que isso acontecesse né, então, quando você fala assim, e tem algumas tradições que esperam AKDORGE, né? AKDORGE, é que é... sim! Akdorge, que é a face guerreira, ele vem junto com o irmão gêmeo também que chama AKGORGE, que é a face sacerdotal e os dois funcionam como coluna em um processo que vai acontecer em seguida, que é uma questão de resgate de ciclo, que dai, isso dá um suporte ao evento que, dai então, o BUDA se manifeste. Só que é uma coisa assim...
GREGO - Dai que vem aquela profecia do Rei do Mundo, fala dele, né?
JORGE - Não, mas caso não tivesse sido feito, o que foi feito. Assim, até...
GREGO - Sim, mas cita, já cita ele desde aquele tempo!
JORGE - Não! Ih! A tradição do KALKI AVATARA, do MAYTRÉIA BUDA ou dos AVATARAS, colocando o KALKI como último, é do império de RAM. Então, quando que se começou a falar sobre MAYTRÉIA a primeira vez? Não foi quando escreveram os “PURANAS”. Isso é uma tradição que remonta um milhão de anos, no império de RAM, entende? E a gente tá, e por isso que falam assim, que a gente vive uma pessoa privilegiada hoje, por viver e por chegar aqui em público e compartilhar o que é possível compartilhar, porque é um evento previsto a um milhão de anos, entende? E ai, perguntam assim: “Tá! Mas e a humanidade teve sucesso?”. Teve! Porque apesar das quedas e dos levantares, e cai, e levanta, cai e levanta, de todas as raças, de todos os AVATARAS, de todos os BUDAS, BODISATVAS, Adeptos, Iniciados, ainda assim, a humanidade conseguiu criar uma série de eventos que permitiu que o BUDA, o AVATARA ele viesse a existir em corpo físico, e está existindo em corpo físico, e o processo que se encaminha pra chegar na ambiência pra manifestação visível dele em dois mil e cinco, então, quando fala assim, em dois 9973 mil e cinco Ele vai se manifestar, em dois mil e cinco ele sai de onde estava e vem pra superfície, entende? E ai, então, agora, o BUDA, MAYTRÉIA BUDA, ele faz parte, ele convive com a hierarquia JIVA, sabe? Ai, o que acontece? Dois mil e cinco pra cá, nós estamos…
GREGO - Ele e o irmão gêmeo?
JORGE - Não! Quando fala “Ele”, são os dois.
GREGO - São os dois. Tá!
JORGE - Só que é assim, um é o AVATARA celeste...
GREGO - Mas os homens podem vê-lo hoje, ao contrário dessa informação de sessenta anos atrás?
JORGE - Olha! È assim, ó! Sim, porque se sabe a aparência física, como é que é, tudo, sabe? Cor de cabelo, olho, cor de pele, como é que é...
GREGO - Jovem! Adolescente! Dois mil e cinco...
JORGE - Sim, é...
GREGO - Ok!
JORGE - Essas coisas assim. Mas existe fisicamente, né? Então, a gente vive em um momento em que dai, e isso que é importante, MAYTRÉIA é uma realidade. Então, os tempos esperados chegaram e alguém vai vir e falar assim: “Puxa! Esse JORGE, ele é louco pra caramba!”. Eu digo: “Muito obrigado”. Isso, eu considero um elogio. É que é assim, é que o conjunto de informações que a gente tem, o conjunto de conhecimento, o conjunto de elementos reais que se tem hoje, então, permite ou possibilita que, dai, eu venha aqui e fale pra você: “Existe! É real! Tá nascido! Tá agindo!”, né? E a Ordem que dava suporte e que deu suporte a todos os AVATARAS, a todos aqueles que, dai, venham ser...
GREGO - Boa!
JORGE - ...ela existe fisicamente, e ai, ela foi criada em vinte e oito, do doze, de mil, novecentos e cinquenta e um. Ela adquire uma identidade civil nessa época, e veja que então, você passa assim, teve um primeiro momento, foi em vinte e quatro de junho, de mil, oitocentos e noventa e nove, você faz a fundação cíclica desse processo. Então, se inicia a transição do oriente para o ocidente. Depois você tem um processo de fundação espiritual, desse momento, que depois vai desembocar na vinda de MAYTRÉIA, que é vinte e oito de setembro de mil, novecentos e vinte e um – vinte e oito de setembro foi o dia em que a gente começou a conversar; fundação cíclica desse movimento - ai depois, você tem a fundação material que é dez de agosto de mil novecentos e vinte e quatro, que é assim, quando que pela primeira vez, fisicamente, isso tem uma referência externa pra humanidade e ai, se inicia uma série de coisas, assim, e seres de todos os lugares pra cá pra aprender português, e vem, e tal, e vem pra cá, vai, e viaja, uma coisa assim, olha! Assim, ó! Não, é inacreditável, porque a gente sabe que é real, então, tem que acreditar porque a gente tem todos os registros. Mas é assim, é incrível! Mas incrível, não no sentido de não poder crer. Uma coisa assim, muito sensacional! E ai, então, esse processo vem vindo e ai então, tem AKDORGE e AKGORGE fisicamente nascidos, entende? E aí, há um saque contra um futuro humano de seres que viriam daqui a mil anos, que são nascidos em mil e novecentos. Então, a partir disso, né, então começa a haver um saque contra o futuro em todas as áreas do conhecimento humano e a humanidade começa, assim, sabe, seres que deveriam nascer depois vem agora, e vai, e abre a caixa, Agartha sobe e desce, etc... uma coisa assim, sabe? Olha! Sensacional, GREGO! Sensacional! E aí então, se cria, se revitaliza essa Ordem que tem o nome de Ordem do Santo Graal, especificamente pra dar suporte como foi feito em todas as outras vezes, com todos os outros AVATARAS, com todos os que, assim, o espírito da verdade, quando ele se antropomorfiza, vem uma ordem para dar suporte. Essa ordem está ativa novamente desde mil, novecentos e cinquenta, né? Vinte e oito de dezembro. Até eu queria pedir, quanto tempo...?
GREGO - Ah é! Tá! Tá no fim do programa e não vai passar nada!
JORGE - Fernando, faz favor. Então, foi construído um templo...
GREGO - Vamos lá!
JORGE - Em São Lourenço, em Minas Gerais, em homenagem, dedicado à MAYTRÉIA BUDA.
GREGO - Vai aparecer lá no monitor. É essa primeira que você quer ou não?
JORGE - Só dá uma pausa, um pouquinho, Fernando, faz favor. Ai tem um obelisco na frente desse, e esse templo foi construído, foi inaugurado pra vinte e quatro de fevereiro de quarenta e nove, que na época, na data do nascimento físico de MAYTRÉIA BUDA. E ai, então, há um obelisco na frente desse templo, e ai, eu trouxe duas fotos pra vocês verem. É uma coisa pública, não tô declinando nenhum segredo, o obelisco está lá pra quem quiser ver, mas ele fala da dedicação ao seres que tiveram o direito de vir ter a esse local. E a quem é dedicado a esse templo. Pode passar Fernando, faz favor!
GREGO - Não é isso ai, Fernando!
JORGE - Não! É sim! É sim.
GREGO - É, mas esse ai é o que tá no obelisco.
JORGE - É, primeiro o obelisco. É.
GREGO - Tá!
JORGE - Tá devagarzinho, depois dai, dá pra vocês lerem, e depois o Fernando tem as fotos, dai o GREGO pode colocar no “Vida Inteligente”, no grupo, né GREGO? No face...
GREGO - É, posso exportar, exatamente!
JORGE - Pra que a gente possa, pra quem queira...
GREGO - Lá nos arquivos. Nos arquivos.
JORGE - Sim, ou como foto postada ali, né?
GREGO - Mas é melhor nos arquivos, porque ai, não se perde.
JORGE - Então, ele faz uma referência aos que vieram ter a esse momento através do Itinerário de “YO”, que é esse que eu falei pra vocês, da vinda, né, pra chegar até aqui e também faz uma referência a quem é dedicado essa construção, que é uma construção em medidas canônicas, né?
GREGO - É, essa aí!
JORGE - Isso aqui é a porta...
GREGO - A porta, né? Ficou...
JORGE - E tem...
GREGO - Ficou muito grande, né? Não dá pra gente ver?
JORGE - Não, mas depois... agora em seguida, vem a imagem...
GREGO - Ah! Tá.
JORGE - Agora, aqui, é a outra face e que faz referência a MAYTRÉIA e depois, no final, tem uma imagem, e é assim, isso que eu tô conversando com vocês, a gente tá conversando sobre o que é realidade e o que se tem experienciado, GREGO, sabe? Assim, de mil novecentos e vinte e um pra cá. Então, o trigésimo primeiro BUDA vivo do oriente, da Mongólia, o ASSIVAGOSHA, então, ele sabia que estaria encerrado o ciclo do oriente, e em mil, novecentos e vinte e um, quando então, deixa de existir, esses valores passam pro ocidente e se inicia aqui o processo...
GREGO - Olha ai! Agora tá aparecendo o templo!
JORGE - É que um pouquinho mais na frente, assim, onde cada um está, é onde tem o obelisco, e essa construção, então, é dedicada a quem? Ao AVATARA MAYTRÉIA. E toda essa história que a gente tem ciência, ela gira em torno do que acontece, aqui, já a algumas décadas. E a quem pertence? Pertence á humanidade!
GREGO - Lugar muito aprazível, muito gostoso!
JORGE - Pertence a todos vocês, pertence a todos nós, é de quem quiser, é porta aberta, e o conhecimento que a gente conversa aqui um pouquinho, e às vezes não conversa mais, mas não é porque o conhecimento, assim, é impossível pra cada um! Quem tiver interesse, vai e o caminho tá aberto, aquela porta dourada que eu mostrei ali, ela tá aberta a qualquer pessoa.
GREGO - Sim, sim. Isso é verdade.
JORGE - E no final tá o conhecimento. Então, importante é isso, o AVATARA é real. Não é da forma como falam e a gente tem a grande felicidade de estar vivendo hoje, simultaneamente com as criaturas.
GREGO - Muito bem! Estamos em cima da hora ou não?
JORGE - Sim.
GREGO - Estamos, né?
JORGE - Mais quinze segundos.
GREGO - Então tá! Pode encerrar JORGE.
JORGE - Não, é porque eu gostaria, assim, conforme eu disse pra vocês de inicio que eu gostaria que vocês tivessem mais dúvidas do que respostas, porque são dúvidas que valem uma vida. Então, cada um ir atrás das suas próprias dúvidas e no final ter uma porta, assim, bem dourada, bem “jóia”, e que com certeza, ali dentro vai estar é você mesmo.
GREGO - E é inevitável que a gente volte a falar do assunto porque certamente, claro, todo mundo percebeu que faltam coisas ainda pra serem ditas, mas...
JORGE - É.
GREGO - Mas tudo no seu devido tempo, não é isso?
JORGE - Ao longo do tempo, na medida em que a gente tenha trabalho pra fazer, a gente ainda continua a conversar.
GREGO - Então, eu te agradeço mais uma vez JORGE...
JORGE - Eu que agradeço a você, GREGO!
GREGO - Pra todos os presentes, hoje nós quebramos o recorde aqui...
JORGE - Ah, sim! Duas, quatro, seis, dez...
GREGO - Nada combinado. Temos quatorze pessoas aqui dentro do estúdio, fora o JORGE e eu!
JORGE - É a gente estava tão angustiado pra começar a conversar que a gente nem citou o nome de todos.
GREGO - São todos bem vindos! Aqui a casa tá aberta sempre que possível, então eu deixo pra vocês...
JORGE - E assim, é só o “tchau”, eu queria dizer pra vocês, vocês não imaginam a época que vocês estão tendo o privilégio de viver hoje! E se vocês estão tendo o privilégio de viver isso, hoje, não é acaso, não é presente de ninguém. É mérito! Então, vocês merecem viver isso. O que não pode fazer, é desperdiçar esse momento, achando que o mundo está mau com “U”, mal com “L”, feio. O mundo está bem, bom e belo porque nós estamos vivendo junto, na mesma época que MAYTRÉIA.
GREGO - É isso aí! Tá bom! Então, deixo pra vocês um fraterno abraço e um feliz sempre.
JORGE - Fraterno abraço, fiquem em paz e vivam! Vocês vão gostar.
O Maitréya é uma figura espiritual mencionada em diversas tradições religiosas e esotéricas. Ele é frequentemente associado a um futuro Buda que virá para trazer iluminação e ensinamentos à humanidade.
Um Avatara é uma manifestação divina que assume forma humana para cumprir uma missão específica na Terra. Existem diferentes tipos de Avataras, como os integrais, parciais e momentâneos, cada um com distintos níveis de consciência e propósitos.
Avataras históricos por exemplo são Quetzacoatl, Manco Capac, Kunatom, Amenophis IV, Rama, Orfeu e Moisés.Essas figuras desempenharam papéis importantes em diferentes culturas e épocas.
Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, trouxe ensinamentos que ajudam a compreender os conceitos espirituais e históricos discutidos na entrevista. Seus ensinamentos são uma fonte valiosa de conhecimento para quem busca entender melhor o papel dos Avataras e outras figuras espirituais.
Você pode assistir ao vídeo original da entrevista no canal "Vida Inteligente" no YouTube. Recomendamos fortemente que você visite o canal e confira este e outros conteúdos inspiradores e educativos.
Sou engenheiro, bacharel em Ciências Contábeis, investidor em ações da bolsa de valores e um apaixonado por Teosofia, Eubiose e Música.
Minha jornada é marcada por uma busca incessante por conhecimento e pela compreensão das verdades universais que nos conectam.
A Teosofia e a Eubiose me ensinaram a importância de explorar as sabedorias antigas, sempre guiado pelo princípio de que não há nada superior à Verdade.
Através da Música, encontrei um caminho único de integração entre o ser humano e o cosmos, promovendo a evolução espiritual e fortalecendo a conexão com o divino.
Neste blog, compartilho reflexões, estudos e experiências sobre temas que permeiam minha trajetória.
Seja profissional no mundo dos investimentos, ou pessoal através da Teosofia, Eubiose, Gupta Vidya e Música. Buscando sempre o equilíbrio entre o material e o espiritual.
A Sociedade Brasileira de Eubiose é uma instituição dedicada ao estudo da ciência da vida. Eubiose é viver em perfeita harmonia com as Leis Universais. Em outras palavras, é a sabedoria iniciática das idades.
É vivenciar um conjunto de conhecimentos, cujo objetivo primordial é congregar, construir e religar integralmente as dimensões do sagrado, profano, divino e humano. Para participar, visite o site oficial e confira os programas de integração.
O lema principal da instituição é SPES MESSIS IN SEMINE
O Módulo introdutório da Sociedade é chamado de Peregrino. Os principais tópicos estudados nesse módulo são:
• A Intuição – Faculdade Superior para o Conhecimento da Verdade
• Respiração em Compasso Quaternário
• O Restabelecimento da Lei
• A Tradição e a Revelação
• A Sabedoria Primitiva
• Grandes Jinas (Gênios)
• A Revelação como Luz
• Os Enigmas da Criação
• As Leis Fundamentais do Universo
• A Lei de Causa e Efeito
• Cosmogênese
• Mundo das Causas, das Leis e dos Efeitos
• Os Planos Cósmicos
• A Manifestação dos Mundos
• A Origem do Universo
• Antropogênese – Origem da Criatura Humana
• A Constituição Emocional-Mental do Ser Humano
• Intuição e Fé
• Doutrina dos Avataras
• A Evolução na Face da Terra
A eubiose segue princípios de harmonia, equilíbrio e integração com o cosmos, visando o bem-estar e a evolução espiritual.
Eubiose é viver em perfeita harmonia com as leis universais. Em outras palavras, é a ciência da vida, a sabedoria iniciática das idades. É vivenciar um conjunto de conhecimentos, cujo objetivo primordial é congregar, construir e religar integralmente as dimensões do sagrado, profano, divino e humano.
Eubiose ⚜ Significa: Eu (bom), Bio (vida) e Ose (processo) ou o Processo de bem viver.
Eubiose: Palavra difundida pela SBE para expressar todos os esforços de modo o mais organizado possível, para se viver em harmonia com as Leis Universais.
Seu significado, embora muito abrangente, se relaciona com o processo de evolução humana, entendido como transformação de energia em consciência.
Tal processo, longe de se identificar com as religiões dogmáticas, aponta no caminho de uma construção crítica do autoconhecimento.
Trabalhando, portanto, para além dos estudos de religiões comparadas, a Sociedade Brasileira de Eubiose apresenta manancial próprio de saberes que segue do conhecimento sobre a natureza oculta do corpo humano às visões sobre a cosmogênese.
Palestras públicas, livros, textos, seminários, iogas. Os ensinamentos contidos na doutrina eubiótica apontam na direção não apenas do crescimento individual mas do crescimento coletivo, processado no espírito mas sempre a partir da matéria que lhe dá sustentação.
Com os olhos (e ouvidos) voltados para a especificidade cultural brasileira, a Eubiose desmitifica o exoterismo, desconstrói o fundamentalismo e caminha lado a lado com o conhecimento filosófico.
Em suas fileiras, livres-pensadores atuam na conformação de uma grande fraternidade, preocupada antes de tudo com a elevação da consciência humana, mas sem escapar à nossa realidade.
A Sociedade possui sedes e departamentos em várias cidades do Brasil e do mundo. Também possuímos três Templos principais:
Ilha de Itaparica – BA: A Ilha de Itaparica, localizada na Bahia, é um dos cenários paradisíacos onde a Sociedade Brasileira de Eubiose oferece seus cursos e ensinamentos sobre espiritualidade.
Imersa em uma atmosfera de paz e introspecção, a ilha cria um ambiente ideal para o autoconhecimento e o desenvolvimento interior. Os participantes têm a oportunidade de se conectar profundamente com a natureza, enquanto mergulham nos conhecimentos esotéricos e nas práticas oferecidas pela Eubiose.
São Lourenço – MG: São Lourenço, em Minas Gerais, tem um valor histórico e espiritual imensurável para a Sociedade Brasileira de Eubiose, pois foi aquí que o movimento eubiótico no Brasil começou, fundado por Henrique José de Souza.
Este local continua a ser um centro crucial, oferecendo uma gama de cursos e seminários que visam elevar a consciência humana. Os visitantes e adeptos podem explorar tanto a rica história do movimento quanto aprofundar-se nos ensinamentos eubióticos em um ambiente acolhedor e sereno.
Nova Xavantina – MT: Nova Xavantina, no Mato Grosso, é outro ponto focal de atividades espirituais da Sociedade Brasileira de Eubiose. Este local destaca-se por seus cursos e ensinamentos sobre espiritualidade, onde os participantes são incentivados a transcender os limites do conhecimento convencional e explorar dimensões mais profundas da existência humana.
A conexão com a natureza selvagem e intocada da região proporciona uma experiência única de introspecção e crescimento espiritual.
O Professor Henrique José de Souza (1883-1963), foi o fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose apoiado por sua esposa Helena Jefferson de Souza (1906-2000), em São Lourenço, MG, no ano de 1921.
Nesta data, foi lançada a pedra fundamental do movimento eubiótico no Brasil.
Sua fundação material, como Dhâranâ Sociedade Mental Espiritualista, no entanto, remete a 1924, quando em Niterói foram firmados os seus estatutos sociais.
Com um trabalho então muito próximo ao do budismo esotérico, Dhâranâ ergueu as bases para o que viria a se tornar a Sociedade Teosófica Brasileira, nome assumido em 1928, e que de certa forma homenageava a Sociedade Teosófica fundada por Helena Petrovna Blavatsky, que, por sua vez, buscava desenvolver uma doutrina espiritualista na América.
A Eubiose inspirou e influenciou uma série de outros grupos e colégios iniciáticos, desde preceitos espíritas a lojas maçônicas. Com a morte de seu preceptor, a então Sociedade Teosófica Brasileira assume seu nome atual, e se firma como uma instituição preocupada em acelerar o ritmo da evolução humana, com o claro objetivo de prepará-la para o advento de um novo período de grande desenvolvimento mental e espiritual.
D. Helena Petrovna Blavatsky foi a fundadora da Sociedade Teosófica que teve como propósito principal defender e preservar a Ciência Divina ou Ciência Iniciática das Idades.
Blavatsky foi no Ocidente a anunciadora da Teosofia, a Eterna Sabedoria Primordial, guardada através dos séculos nos Colégios Iniciáticos. É ainda essa excelsa Mestra quem preconiza a vinda dum Ser Superior que daria continuidade à Obra iniciada por ela, como está escrito na Introdução da sua Doutrina Secreta:
"No século XX um discípulo mais evoluído e mais autorizado será enviado pelos Mestres de Sabedoria, para dar as provas finais e irrefutáveis de que existe uma Ciência Secreta chamada Gupta-Vidya, fonte de todas as religiões e filosofias".
A fim de inaugurar o Ciclo do Ocidente substituindo aquele do Oriente, o Professor Henrique José de Souza fundou no Brasil, em Niterói, na Rua Santa Rosa, n.º 426, no domingo de 10 de Agosto de 1924 o instituto teosófico Dhâranâ - Sociedade Mental Espiritualista (hoje Sociedade Brasileira de Eubiose), que evocava o Oriente em homenagem aos Grandes Mestres pela construção do EX OCCIDENS LUX!
Meditação, leitura, exercícios de gratidão, autoavaliação e o estabelecimento de metas claras são práticas eficazes.
Aconselhamos que as pessoas busquem viver em perfeita harmonia com as leis universais. Em outras palavras, procurem aprender sobre a ciência da vida, a sabedoria iniciática das idades e vivenciar um conjunto de conhecimentos, cujo objetivo primordial é congregar, construir e religar integralmente as dimensões do sagrado, profano, divino e humano
Viver uma vida autêntica é alinhar nossas ações e valores com nosso verdadeiro eu, buscando uma existência plena e significativa, livre de máscaras e pressões sociais.
Faz parte, no desenvolvimento de uma vida plena para todos, o combate ao analfabetismo, aos vícios e maus costumes sociais, ao fanatismo, à superstição, à mentira, ao erro e tudo o mais quanto possa entravar a evolução humana.
Cultivar a fraternidade universal, dedicar-se ao estudo comparado das ciências, artes, filosofias e religiões de todos os povos, através das idades, estimular o desenvolvimento do espírito de livre investigação e crítica, único caminho capaz de transformar o homem em um ser superior.
Todos esses passos fazem parte da vida de um buscador ou peregrino no desenvolvimento de uma vida contente, alegre e em paz, ou antes na PAX.
A natureza da existência humana é um mistério que filósofos e espiritualistas tentam desvendar há milênios. Trata-se de uma jornada de autodescoberta, evolução e conexão com o universo
"Quando o homem chegar a dominar-se conscientemente, dominará também a Natureza porque, conhecendo e obedecendo as suas leis, a Natureza submissa e escrava, obedecerá a sua ordem. Porém, enquanto imperar o egoísmo entre os homens, os elementos transbordados serão tão caprichosos e cruéis como a humana natureza." - JHS.
"Auxilia a natureza e trabalha com ela; e a natureza te terá por um dos seus criadores e te obedecerá."
Você será redirecionado para nosso grupo do Telegram onde poderá acessar nossos relatórios. Também estará cadastrado para receber nossos informativos semanais
Eleve seu nível nas finanças
Chegamos com uma abordagem mais provocadora e reflexiva, focando em temas quentes do mercado financeiro, com textos mais longos e analíticos
O que você encontrará
Convido o leitor a repensar os acontecimentos, suas implicações e a captar oportunidades no mercado de ações brasileiro
Todos os direitos reservados © 2024 | EurOne: Aqua - Ignis